sábado, 5 de setembro de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Viagem pelo tempo
Nos passados dias 1 e 2 de Agosto viajámos até a um local recôndito do nosso país, onde a espectacularidade da Natureza realça os lindíssimos e exóticos monumentos e palácios: Sintra.
(mais fotos na galeria)
Foi um fim-de-semana onde partilhámos experiências, onde vivemos momentos únicos, descansámos e retemperámos forças, onde foram fortalecidos verdadeiramente laços entre os coralistas.
Um agradecimento muito especial a todos os que ingressaram nesta digressão e fizeram dela mais um momento histórico e inesquecível na História do GCL!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Sintra - Património da Humanidade
"Em toda a terra portuguesa, em toda a terra da Europa, Sintra surge como um dos mais belos e raros lugares que a invenção prodigiosa da natureza logrou criar", escreveu o poeta Afonso Lopes Vieira. Sintra é, sem dúvida, um dos paraísos de Portugal, tendo sido declarado pela UNESCO, em 1995, Património Mundial , no âmbito da categoria Paisagem Cultural.
O seu nome deriva da palavra Cynthia, símbolo da lua na mitologia céltica. Os romanos chamavam-lhe Mons Lunae, o monte da lua, e aí eram feitos sacrifícios em sua honra. Essa carga mística, esse estigma com contornos quase sobre-naturais mantém-se até hoje.
Sintra é anualmente visitada por muitos turistas atraídos pelas belezas naturais, pelos monumentos e pela história da vila e, ao mesmo tempo, para aproveitarem as diferentes praias das redondezas.
O seu nome deriva da palavra Cynthia, símbolo da lua na mitologia céltica. Os romanos chamavam-lhe Mons Lunae, o monte da lua, e aí eram feitos sacrifícios em sua honra. Essa carga mística, esse estigma com contornos quase sobre-naturais mantém-se até hoje.
Sintra é anualmente visitada por muitos turistas atraídos pelas belezas naturais, pelos monumentos e pela história da vila e, ao mesmo tempo, para aproveitarem as diferentes praias das redondezas.
O seu prestígio ficou registado nas quintas de recreio em redor da Vila e nos ideais românticos que se traduzem na remodelação ou construção de quintas e palacetes.
Na segunda metade do século XIX, Sintra adquiriu um estatuto de vila burguesa essencialmente consagrada ao prazer e ao ócio, constituindo-se então vários hotéis e pensões imortalizados através da pena de afamados escritores da época.
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